Pular para o conteúdo principal

Feliz

Vivo uma roda vida... há cada dia me pego com idéias diferentes, outros pensamentos. Nem mesmo eu me entendo e chego a ficar com raiva de mim mesma dos absurdos que passam por minha cabeça, principalmente em momentos como tive ontem: a plenitude de saber que sou amada e que amo, transmitida por um abraço, por um olhar. Sei que nascemos para pertencermos um ao outro e mesmo com as divergências, com os momentos distintos que vivemos, Deus nos colocou um na vida do outro quando achou que era a hora. Nem tudo é fácil, bonito, mas a vida é cheia de obstáculos e o que a torna feliz é superá-los. Tantas coisas desejei e se realizaram, outras tantas já tinha desistido até encontrar alguém que desejava as mesmas coisas que eu. Estou entregue e assumo que algumas coisas são bem dificéis de controlar, principalmente porque agora estou entendendo como elas realmente acontecem. Quando ele me aperta em seus braços, quando o beijo, perco o chão. E sei que com o tempo isso será mais difícil, mas saberei me contentar com seu toque em meu rosto, com o calor de seu corpo enquanto me envolve em seus braços, sentindo sua face junto a minha, enquanto envolve seus dedos pelos meus cabelos, meu olha nos olhos, me beija. É um momento realmente único! E fico pensando me nossas aulas de dança e vejo como sou sua, porque não tenho vergonha de errar quando estou com ele, não temo me expor, me sinto segura. Queria ter podido vê-lo hoje para ter lhe dito isso pessoalmente, mas está aí uma coisa que ainda não fizemos em plenitude: falar do que sentimos olhando um nos olhos do outro. O que não sai da minha cabeça é pensar que me guardei a vida todo pensando que foi em vão e agora sei que me guardei pq era para ser assim, era para ser especial, como será, se Deus quiser: serei uma mulher de um homem só e ele será só meu... isso não é lindo?
Mas deixando o amor um pouco para lá, estou de férias, é bom, mas é estranho não fazer nada. Queria estar motivada e com forças para ajeitar tudo que está fora do lugar e pior que não tem pouco coisa, fora as coisas da aulas que preciso fazer, a casa que está uma zona, quero fazer tanto e acabou por não fazer nada, mas terá que ser diferente, até pq se eu não tomar as rédias da turma a coisa vai virar um caos e é melhor eu aproveitar o tempo que tenho para passar conteúdo, antes que seja tarde e eu não tenha mais tempo de me preparar. É o aviso da mudança batendo minha porta e não posso ignorá-lo.

Tudo caminha para o desconhecido, para o desafiador. Preciso arregaçar as mangas e lutar!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Arrasada...

Estou quase explodindo de tanta dor, precisava falar com alguém, precisava de um abraço, mas não há ninguém, nunca há e eu precisava contar sobre o que estou sentindo, é tão doloroso e está acabando comigo, desde quando eu fico assim sem vontade de comer, sem vontade malhar, querendo apenas me esconder em um canto escuro para chorar? Essa não sou mais eu, porém por algum motivo a minha antiga versão veio me fazer uma visita bem desagradável. Estragou minha tarde, minha malhação e parece estar disposta a estragar a minha noite também.
Eu estou arrasada e tudo porque sonhei com alguém que eu não queria ver, nem mesmo em meus sonhos. Eu não me lembro do contexto, de palavras, só lembro do seu rosto e da sua risada, igualzinho a imagem que tenho dele dentro da memória. Foi tão cruel, depois de algumas horas me lembrar do sonho, sentir meu coração sendo esmagado e um buraco se formando no lugar dele. Pior do que isso, tentar malhar para esquecer a lembrança ficar ainda mais presente, me pon…

Ano Novo - Parte Final

Enfim, chega ao final a saga da minha retrospectiva de 2011 e acredito ter deixado o mais marcante para o final, aquilo que tornou este ano um alento e ao mesmo tempo um desafio a ser vencido todos os dias. Particularmente este não foi um ano dedicado ao basquete, como vinha sendo os dois anteriores e confesso isso foi algo que me incomodou muito, alías continua incomodando, mas diria que tenho travado uma batalha interna diária para reverter essa história.
Depois de vencer a batalha da recuperação da minha avó o negócio foi fazer as malas e explorar novos horizontes. Minha pós graduação já estava chegando ao fim e aquele certeza de ter um final de semana só meu estava acabando, era preciso encontrar algo novo para devolver ao meu coração a sensação de liberdade, paz e principalmente o desejo de voltar para casa.
Os destinos não tiveram nada de extravagante, porém foram incríveis. Três bem conhecidos: Curitiba, Enseada e Jaraguá do Sul. Enseada foi o destino de momentos de descanso em p…

Mudando um pouco de assunto...

Passei os últimos dias contando sobre o passado, porém um fato que aconteceu ontem me trouxe a necessidade de vir até aqui e desabafar. O ano mal começou, a semana mal tinha começado e no meio da manhã, depois de ter me despedido de minha mãe no centro, para voltar ao trabalho enquanto ela se dirigia a parada do ônibus para ir para casa, recebo uma ligação dela, ofegante, pedindo para eu não ficar nervosa porque ela tinha sido assaltada. Minha primeira reação foi não ter reação, apenas o coração acelerou e senti uma vontade imensa de chorar, depois de sair correndo para abraçar a minha mãe e aí fiquei racional.
Deixei que ela contasse como tinha acontecido e tentei reproduzir a cena na minha mente, mas não consegui visualizar, depois quis saber o que tinha na bolsa, para identificar quais medidas precisariam ser tomadas. Documentos pessoais, cartão do banco, talão de cheques, passagem de ônibus, chave de casa e celular, fora os receituários médicos que ela tinha acabado de apanhar na c…